... para a alegria que me aguarda.
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março 28, 2011
fevereiro 24, 2010
escalofrío
Fechando as operações por aqui, a última etapa: Roma. Viagem inesquecível. Cidade também. Foi minha primeira vez na Itália. Promessa pessoal, cumprida nos instantes finais. Num súbito e desejado clique num site de companhia aérea, acompanhado de mais um desfalque no cartão de crédito... Mas é como diz o anúncio: "tem coisas que não tem preço". Não mesmo.
Quando estive na Europa a primeira vez (e única até então), prometi que quando eu voltasse, conheceria Lisboa, Madrid e Roma. Neste período de agora, fui duas vezes em Lisboa. Em Madrid, morei. E em Roma fechei as chaves da minha "complexa equação" do estágio sanduíche. Um lado bom da complexidade, claro. Mesmo porque todos os lados dela têm o seu viés positivo.
Novamente sou grato a quem quer que seja preciso agradecer por tudo isso. Sou grato pelos encaixes e coincidências que surgiram em vários e muitos momentos.
Do último final de semana, que passou, além dos encantos que os olhos não esquecerão, ficará uma surpresa.
Em Roma, fomos para um tour relâmpago. E em nosso roteiro inesperado, a ida ao Vaticano acabou sendo no primeiro dia (sábado). No domingo pela manhã, ao acordar, ela perguntou se não íamos mesmo ver o Papa. O "medo" de não ver "tudo" tinha tirado essa opção do domingo. Puxa...
Então mudamos os planos. Acabamos indo. E vimos. E vi. E me arrepiei. E raciocinei: um arrepio para além de uma questão religiosa (já que não vou com a cara do "Bento"). Escalofrío de testemunho.
Na capital italiana, mais que testemunhar ruínas da história, presenciei uma fase minha se fechando, daquela maneira, naquele lugar. Testemunhei eu, a mim mesmo. Sim, com uma benção. E com uma reação do corpo. Frisson inesperado. Alguma coisa dizendo.
Ali, na Praça São Pedro, ao final de suas palavras, o Papa dirigiu-se a nós, aos "peregrinos de língua espanhola" e aos de outras línguas. Não falou português. Não importa. O que trarei, o que daqui levarei, já cabe também, em outro idioma, na minha identidade. Intensamente.
Bento XVI: ícone, arrepio e testemunho.
Quando estive na Europa a primeira vez (e única até então), prometi que quando eu voltasse, conheceria Lisboa, Madrid e Roma. Neste período de agora, fui duas vezes em Lisboa. Em Madrid, morei. E em Roma fechei as chaves da minha "complexa equação" do estágio sanduíche. Um lado bom da complexidade, claro. Mesmo porque todos os lados dela têm o seu viés positivo.
Novamente sou grato a quem quer que seja preciso agradecer por tudo isso. Sou grato pelos encaixes e coincidências que surgiram em vários e muitos momentos.
Do último final de semana, que passou, além dos encantos que os olhos não esquecerão, ficará uma surpresa.
Em Roma, fomos para um tour relâmpago. E em nosso roteiro inesperado, a ida ao Vaticano acabou sendo no primeiro dia (sábado). No domingo pela manhã, ao acordar, ela perguntou se não íamos mesmo ver o Papa. O "medo" de não ver "tudo" tinha tirado essa opção do domingo. Puxa...
Então mudamos os planos. Acabamos indo. E vimos. E vi. E me arrepiei. E raciocinei: um arrepio para além de uma questão religiosa (já que não vou com a cara do "Bento"). Escalofrío de testemunho.
Na capital italiana, mais que testemunhar ruínas da história, presenciei uma fase minha se fechando, daquela maneira, naquele lugar. Testemunhei eu, a mim mesmo. Sim, com uma benção. E com uma reação do corpo. Frisson inesperado. Alguma coisa dizendo.
Ali, na Praça São Pedro, ao final de suas palavras, o Papa dirigiu-se a nós, aos "peregrinos de língua espanhola" e aos de outras línguas. Não falou português. Não importa. O que trarei, o que daqui levarei, já cabe também, em outro idioma, na minha identidade. Intensamente.
Basílica de São Pedro: monumental.
Peregrinos: multidão tranquila.
Vaticano: riqueza e poder.
Praça São Pedro: grandiosidade.
Bento XVI: ícone, arrepio e testemunho.
"Benzendo": para levar na bagagem.
Fontana de Trevi: turistando.
Panteon: de boca aberta.
Foro Romano: contemplação.
O Coliseu: meu favorito...
Piazza Navona: cantinho.
fevereiro 21, 2010
recuerdos televisivos em Barcelona
Lá em Barcelona, como não poderia deixar de ser, fiz um pouco de turismo esportivo. Rapidinho, passei os olhos no estádio Olímpico, palco de uma das minhas memórias televisivas de infãncia. Lembro como se fosse hoje a gente chegando lá na casa da minha prima Cristina, em Santana dos Montes (num frio pra mineiro nenhum botar defeito), em julho de 1992, para a festa do "Santanense Ausente". Na televisão, a abertura das Olimpíadas. Bem no momento em que se fazia uma performance sobre o Mar Mediterrâneo. Mais tarde, naquele dia - e novamente no encerramento dos jogos -, teve a apresentação da música que hoje é hino oficial em qualquer baile de formatura: "Amigos para Siempre"... Um clichê que eu bem gosto.
E em versão "rumba catalana":
p.s.: a primeiríssima memória televisiva que tenho é a do funeral do Tancredo, vista da Telefunken que tínhamos lá nos idos dos anos 1980.
fevereiro 20, 2010
mais contas
Há mais ou menos um mês atrás, estava eu divagando aqui sobre matemática, parênteses, chaves, colchetes. Grandes operações do pré-retorno. Começando por Alcalá de Henares. Pois foi lembrando disso, que entendi que segui fazendo contas. Abaixo, uma amostra do que (entendi) estava (para estar) dentro dos colchetes. Final de semana passado.
La Pedrera. Barcelona, 13 de febrero de 2010.
La Pedrera. Barcelona, 13 de febrero de 2010.
Parque Güell. Barcelona, 13 de febrero de 2010.
Parque Güell. Bracelona, 14 de febrero de 2010.
Parque Güell. Barcelona, 14 de febrero de 2010.
Barceloneta. Barcelona, 14 de febrero de 2010.
La Sagrada Família. Barcelona, 15 de febrero de 2010.
fevereiro 15, 2010
Andalucía 3
Palacios Nazaríes, Alhambra. Granada, 06 de febrero de 2010.
Alhambra. Granada, 06 de febrero de 2010.
La Sierra Nevada desde la Alhambra. Granada, 06 de febrero de 2010.
La puesta del Sol en el Mirador de San Nicolas. Granada, 06 de febrero de 2010.
Sierra Nevada. 07 de febrero de 2010.
fevereiro 14, 2010
Andalucía 2
Catedral. Córdoba, 02 de febrero de 2010.
Calle. Córdoba, 02 de febrero de 2010.
Alcazaba. Málaga, 04 de febrero de 2010.
El Mediterraneo desde Gibralfaro. Málaga, 04 de febrero de 2010.
Playa de la Malagueta. Málaga, 05 de febrero de 2010.
fevereiro 13, 2010
Andalucía 1
Calle. Sevilla, 31 de enero de 2010.
La Giralda. Sevilla, 31 de enero de 2010.
Plaza de España. Sevilla, 01 de febrero de 2010.
fevereiro 12, 2010
fevereiro 08, 2010
inolvidable
"Dale limosna, mujer,
que no hay en la vida nada
como la pena de ser
ciego en Granada"
(Francisco Alarcón de Icasa)
La Alhambra vista desde el Mirador de San Nicolás
Puesta del Sol. Granada, sábado, 06 de febrero de 2010.
janeiro 19, 2010
Paris
Hoje faz duas semanas que chegamos da "cidade-luz". Já tinham me cobrado escrever sobre lá. Não deu. E vou só resumir: a cidade, na qual estive pela segunda vez, além de maravilhosa é inigualável. Não sei exatamente se cabe dizer em uma só palavra, mas Paris, para mim, é "afirmativa". Ao mesmo tempo em que você diz "sim" para ela e para os seus encantos, ela te confirma um tanto de coisa. Confirmação de história, monumentalidade, beleza, política. Enfim...
Deixo algumas imagens da cidade para cumprir com minha missão do não-descrever. E também as fotos de duas guloseimas. Em uma delas, meu bolinho de amêndoa favorito: "le financier".



p.s: Em BH tem "financier" no Graciliano Pães e na Santíssimo Pão. Lá eu comprava de vez em quando...
Deixo algumas imagens da cidade para cumprir com minha missão do não-descrever. E também as fotos de duas guloseimas. Em uma delas, meu bolinho de amêndoa favorito: "le financier".
p.s: Em BH tem "financier" no Graciliano Pães e na Santíssimo Pão. Lá eu comprava de vez em quando...
janeiro 15, 2010
janeiro 01, 2010
Feliz Ano Novo
Estou na França. Na cidade luz. Para iluminar o 2010 que aí está. Volto aqui depois, com calma. Para escrever sobre o recomeço. Sabendo que o que passou, por não trazer arrependimento, é também inspiração. Em francês, inclusive.
dezembro 22, 2009
Canárias: Gastronomia e Sociabilidade
Outras duas coisas que valeram a pena na viagem foram as comidas e saídas noturnas. Todos os dias experimentei pratos típicos da culinária local, além de no café-da-manhã comer, sempre, o famoso plátano canário (a banana mais consumida na Espanha e que, "in loco", é muito melhor que aquela que se come em Madrid).
Com destaque entre as "tapas y comidas", uma pequena listinha: papas arrugadas (batatinhas assadas com sal na casca), gofio de Trigo (um tipo de farinha que acompanha vários pratos e do qual se faz um ótimo doce, o "quesillo de gofio", que lembra um pudim de pão), potaje de berros (um tipo de sopa verde), mojo picón (molho picante que acompanha as papas), chipirones (um marisco), almogrote (uma pasta de queijo decliciosa) y el bizcocho de plátano (bolo de banana).
"Papas Arrugadas"
Nas bebidas, destaque para o vinho canário (Dominguez), o Ron Miel Cocal (um rum doce que tomávamos de aperitivo... várias vezes... rsrsrs...) e a cerveja Dorada.
Muitas dessas iguarias estiveram presentes nos bares e restaurantes que conheci. Entre eles, um bar brasileiro - onde não resisti e tomei uma caipirinha - e onde, além de música brasileira, escutei música bem local:
Por fim, uma curiosidade espanhola, que também é uma "meio brincadeira". Aprendi nas idas ao banheiro, durante as saídas. Se você está num lugar púbico (restaurante, bar etc) e perguntar onde está o banheiro, sempre vão responder: "al fondo a la derecha"... Así es...
Com destaque entre as "tapas y comidas", uma pequena listinha: papas arrugadas (batatinhas assadas com sal na casca), gofio de Trigo (um tipo de farinha que acompanha vários pratos e do qual se faz um ótimo doce, o "quesillo de gofio", que lembra um pudim de pão), potaje de berros (um tipo de sopa verde), mojo picón (molho picante que acompanha as papas), chipirones (um marisco), almogrote (uma pasta de queijo decliciosa) y el bizcocho de plátano (bolo de banana).
"Papas Arrugadas"
Nas bebidas, destaque para o vinho canário (Dominguez), o Ron Miel Cocal (um rum doce que tomávamos de aperitivo... várias vezes... rsrsrs...) e a cerveja Dorada.
Muitas dessas iguarias estiveram presentes nos bares e restaurantes que conheci. Entre eles, um bar brasileiro - onde não resisti e tomei uma caipirinha - e onde, além de música brasileira, escutei música bem local:
Por fim, uma curiosidade espanhola, que também é uma "meio brincadeira". Aprendi nas idas ao banheiro, durante as saídas. Se você está num lugar púbico (restaurante, bar etc) e perguntar onde está o banheiro, sempre vão responder: "al fondo a la derecha"... Así es...
Canárias: Arquitetura
Outro aspecto legal de Tenerife é a arquitetura. O antigo e o novo juntos. Bem juntos.
Na ilha está a cidade de La Laguna e também o povoado de Puerto de la Cruz. La Laguna é tombada como Patrimônio Histórico da Humanidade pelo seu planejamento urbano (mais do que pelos edifícios) que inflenciou muitas cidades da América Espanhola. "Puerto" foi sede da aduana canária durante muito anos, controlando um comércio intenso de importações e exportações (dada a posição estratégia das ilhas; no Atlântico, entre a Europa e a África).
Na parte nova, cito a Faculdade de Comunicação, onde foi o Congresso do qual participei. O edifício: uma pirâmide com vista para o mar. Visão fantástica.
Na ilha está a cidade de La Laguna e também o povoado de Puerto de la Cruz. La Laguna é tombada como Patrimônio Histórico da Humanidade pelo seu planejamento urbano (mais do que pelos edifícios) que inflenciou muitas cidades da América Espanhola. "Puerto" foi sede da aduana canária durante muito anos, controlando um comércio intenso de importações e exportações (dada a posição estratégia das ilhas; no Atlântico, entre a Europa e a África).
Na parte nova, cito a Faculdade de Comunicação, onde foi o Congresso do qual participei. O edifício: uma pirâmide com vista para o mar. Visão fantástica.
La Laguna, Centro
Puerto de La Cruz
Universidad de La Laguna
Canárias: Natureza
Na minha viagem à Tenerife, nas Ilhas Canárias, no começo deste mês, muita coisa me marcou. A começar pela relação que o lugar te procova com a natureza. Em uma mesma ilha (que é enorme, diga-se de passagem) você encontra praia e sol, floresta, montanha, neve. Frio e vulcão. Vi paisagens que eu nunca esperaria ver em uma diferença surpreendente de dias ou, até mesmo, horas. Nunca, em minhas andanças por aqui, pensaria em ter uma experiência desse tipo. Daquelas que te pungem.
No dia em que cheguei, dia 09 de dezembro, enquanto eu avistava a África do avião, pensei comigo mesmo e anotei no verso do livro que me acompanhava na viagem: "Hoje completo quatro meses aqui. Não esperava chegar tão longe. Reflexos de não saber muito bem aonde ir, mas ter a certeza de onde quero chegar".
No dia em que cheguei, dia 09 de dezembro, enquanto eu avistava a África do avião, pensei comigo mesmo e anotei no verso do livro que me acompanhava na viagem: "Hoje completo quatro meses aqui. Não esperava chegar tão longe. Reflexos de não saber muito bem aonde ir, mas ter a certeza de onde quero chegar".
Chegada. Aeropuerto de Tenerife Sur. 90 km de distância do hotel.
Puerto de La Cruz - Tenerife, Islas Canárias
Floresta de Pinhos Canários - Estão no caminho para o vulcão e possuem uma natureza distinta: mesmo em contato com a lava, não se queimam por dentro.
Teide - 3780m de altitude
Na descida do vulcão em direção ao mar, pressão nos ouvidos. Mesmo em terra firme. Sensação impressionante. No alto, sol. Na praia, naquele mesmo dia, chuva.
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